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14.9.22

Fun Farrow

A Cifranca, Lda era a dona da cadeia de lojas FunFarrow, onde comercializavam artigos de vestuário destinados ao público infanto-juvenil das marcas Astérix®, Billabong®, Quick Silver®, entre outras.

O inglês Michael Cooke visitou umas das lojas no Porto e adquiriu vários produtos e material de promoção.





20.4.22

Construções de Armar - Aldeia de Astérix


A Favorita lançou como oferta a Aldeia de Astérix em grande formato e o iogurte Longa Vida outra aldeia da mesma personagem, só que esta possui 27 folhas A4 para a sua total construção, enquanto para a anterior serão só cinco, embora de maior formato. 

Carlos Gonçalves

[Acho interessante o tema dos ‘Doces, Bolachas, Chocolates e Quadrinhos’.] Em  Portugal  também  se  verificou  ao  longo  dos  anos  que  alguns produtos  alimentares  ofereceram  aos  seus  compradores  edições ligadas à Banda Desenhada e às Construções de Armar. Por exemplo, os chocolates Favorita ofereciam pranchas em cartolina de grande formato,  com  uma  aldeia  do  Asterix,  e  os  iogurtes  Longa  Vida também ofereceram idêntico material, em mais de 20 folhas também em cartolina, mas já em formato A4.  As figuras vinham recortadas, pelo  que  se  tornava  mais  fácil  montar  a  aldeia  pelos  consumidores mais novos. 

O inseticida Banzé oferecia pequenos livros de Banda Desenhada com as aventuras de Tony Banzé (rapaz aventureiro). 

O sabão Azur oferecia livrinhos de pequeno formato, 6,5x10cm, com as aventuras de Lucky Luke e o mesmo acontecia com a Tulicreme (creme  para  barrar  o  pão),  que  ofereceu  pequenos  livros  com  as aventuras de Asterix. As medidas destes ainda eram mais pequenas, 5,5x7,5cm. E podíamos continuar com a Sumol, que oferecia caricas (cápsulas das garrafas), com as caras de alguns heróis da Banda Desenhada franco-belga, que serviam posteriormente para  um  jogo  de  loto.  Existiam  12  cartões  com  as  mesmas  figuras impressas,  para  serem  preenchidas  com  as  caricas  e  que  eram oferecidos pela revista portuguesa Tintin

Carlos Gonçalves / QI - Quadrinhos Independentes

https://docplayer.com.br/159275710-Liquidacao-de-revistas-12.html





imagens

7.10.21

Ambar


https://www.facebook.com/1900aprimorosacoleccao


1985


 http://obrinquedoantigo.blogspot.com/2011/08/porta-chaves-do-asterix-1983.html

Cadernos Escolares 



Lapis de Cor

https://www.comicsvalue.com/Etui-de-6-Crayons-couleur-ASTERIX-anns-80-ambar-Portugal/321730286691.html

https://www.comicsvalue.com/Etui-de-6-Crayons-couleur-ASTERIX-anns-80-ambar-Portugal/321730286691.html


 

25.6.21

Gelados Olá - Bonecos Monocromáticos


EU, ASTÉRIX APRESENTO CLEÓPATRA E OS MEUS 20 COMPANHEIROS NO EGIPTO! NOVA OFERTA OLÁ - GRÁTIS! NOS GELADOS DE 2$50 ANANÁS, LARANJA E DELICÔ.

Cartaz de uma promoção TITO para os gelados Olá no ano de 1969. Estavam previstos 20 bonecos mas (parece que) existem mais. 

Publicado em 12/10/2010, por João Tito Basto, no blog Amnesia

Astérix (40 bonecos) OLÁ

Todos os bonecos estão impecáveis, salvo o corneteiro e o escravo núbio (falta, a ambos, uma pena na cabeça) e são todos portugueses. A colecção saiu, posteriormente, em vários outros países, noutras cores e tons. Mais ainda do que em França e na Bélgica, onde a colecção teve muito sucesso, estes bonecos tiveram tiragens imensas na Alemanha e na Áustria. Os bonecos portugueses, muito procurados por coleccionadores estrangeiros, são incomparavelmente mais raros do que as réplicas de outros países.

R+R O respigador e a respigadora, 21/01/2010


Catálogos com as colecções de bonecos monocromáticos que saíam com a Olá (gelados) e com a Rajá (chocolates) nos finais dos anos 60.

http://baleia-salgada.blogspot.com/2015/12/catalogos.html

alguns bonecos

Outros

Os bonecos que vinham do frio

No dia-a-dia dos verões da infância a disputa era pelos rajás e pelos olás. Mas não era só pelos gelados de laranja, ananás ou chocolate. Era sobretudo pelo brinde que eles traziam: dentro da embalagem de papel de cada gelado, um pequeno boneco de plástico monocolor. Havia várias coleções, quase sempre de séries de desenhos animados da televisão ou de bandas desenhadas da época. Os da Disney ou os da Warner Brothers, os do Astérix ou os do Tintin, ou outros que nem sei de onde eram, como os músicos de um grupo ié-ié ou os astronautas e os seres extraterrestres que pertenciam a um conjunto que incluía uma espetacular estação orbital, que era adquirida à parte.

Verão após verão, estes eram os bonecos que eu colecionava e que foram os meus mais usados e estimados brinquedos.

Vinham criogenizados nas embalagens de gelados e acordavam para um mundo onde viveriam novas e insuspeitadas vidas.

(...)

Nuno Artur Silva, DN, 19/06/2019



17.6.21

Livros Tulicreme


Série de 17 pequeníssimos “livrinhos” publicitários oferta da Tulicreme com extractos das histórias do gaulês invencível. Trata-se da colecção de álbuns de banda desenhada mais pequena que existiu em Portugal (5x5 cm), tendo sido publicada em 1968, com concepção original lusitana. 

(Publicada por Leonardo De Sá)

http://historiasdosquadradinhos.blogspot.com/2009/01/coleco-de-lbumzitos-astrix-brindes.html

Enciclopedia de cromos

22.9.19

Fresky



A equipa de Sérgio Alxeredo colaborou do anúncio do sumo Fresky Astérix que foi protagonizado por Francisco Garcia

(Alxeredos, Francisco Sousa Garcia, em Manobras d'Arte - Maquilhagem, cabeleireiro, caracterização, perucas.)



11.9.19

Fresky Astérix


https://www.comicsvalue.com/RARE-ASTERIX-PLACEMAT-FRESKY-PORTUGAL-80S-43-X-275/291681700153.html

FRESKY-ASTERIX AUMENTA FAMÍLIA

A gama Fresky-Asterix viu a sua família alargada, com a entrada no mercado dos novos néctares e sumos multivitaminados em garrafas de litro e meio, em embalagem reciclável.

Por Meios & Publicidade a 23 de Julho de 1999

À CONQUISTA DOS MAIS NOVOS

Tendo como “cicerones” as personagens de Asterix e Obelix, o Fresky Júnior quer ganhar o sector dos sumos infantis

A gama Fresky foi alargada com um novo produto. Para os consumidores com idades entre 3 e 12 anos, a Lactogal acaba de lançar no mercado o Fresky Júnior, um sumo que se apresenta como nutricionalmente equilibrado através da combinação dos sabores de dez frutos e de sete vitaminas. Segundo João Santos, director de marketing da Lactogal, o novo produto assume-se como «uma “poção mágica” que pretende atingir dois públicos distintos, os filhos e os pais, através de conceitos como o equilíbrio alimentar, a variedade e o divertimento».

Para fortalecer a identidade do produto, a marca escolheu as famosas personagens de banda desenhada Asterix e Obelix para darem a cara pela nova gama. Disponível em dois formatos — 250 ml e 1 litro —, a gama Fresky Júnior está a ser distribuída ao nível nacional, com forte incidência nas grandes superfícies comerciais. Espaços, estes, que também acolhem as várias acções promocionais que estão a divulgar o novo produto e que têm a assinatura da agência portuense Canal 1. Em termos de objectivos de mercado, João Santos é peremptório: «Com esta nova aposta queremos ter um lugar privilegiado no segmento de sumos infantis, ou seja, disputar a liderança do sector».

www.lactogal.pt

Por Meios & Publicidade a 8 de Setembro de 2000



22.8.19

Supremo condena Astérix de Herman


HERMAN José terá de pagar uma indemnização de 4500 contos, acrescidos de 15% de juros anuais, às edições Albert René, propriedade de Albert Uderzo e dos herdeiros de René Goscinny, pela utilização não autorizada da personagem de banda desenhada «Astérix, o Gaulês». A decisão foi tomada no dia 7 pelo Supremo Tribunal de Justiça (STJ), que assim encerra definitivamente um contencioso iniciado em 1992. Por outro lado, o acórdão do STJ vem fazer doutrina no campo dos direitos de autor em Portugal, já que é a primeira vez que se decide legalmente pela protecção de uma personagem, e não da obra integral.

As edições Albert René decidiram avançar com a acção legal depois de um «spot» publicitário de promoção da cerveja Sagres, realizado, produzido e interpretado por Herman José, ter sido exibido na RTP, em Maio de 1992, sem qualquer autorização para reprodução ou exploração comercial da personagem de BD.

No «spot», Herman José aparece caracterizado e vestido como Astérix - bigodes e cabelos loiros, colete, espada e capacete - e, inclusive, diz que a cerveja é a «poção mágica», o que, como sabem os leitores de Astérix, é um dos traços marcantes daquela personagem de Uderzo e de Goscinny.

«Objecto de usurpação»

No tribunal de primeira instância, a acção foi favorável a Herman José, tendo os juízes considerado que o actor apenas fizera «uma paródia». No entanto, as edições Albert René recorreram para a Relação, que lhes deu razão, considerando que houve uma violação dos direitos de autor. Foi então a vez de Herman José interpor recurso para o STJ, que reconfirmou a decisão da Relação.

Basicamente, o STJ considera que o «realizador-actor Herman José» utilizou na «sua essência a figura de BD Astérix (...) quer no seu aspecto plástico, traços físicos, quer na sua caracterização psicológica (herói vencedor através de uma poção mágica) (...) e no seu universo (guerreiro que luta contra os romanos)».

Os juízes afirmam ainda que Herman «se meteu na pele de Astérix e recriou esta personagem (...) sem lhe alterar qualquer elemento de marca distinto de Uderzo e Goscinny».

Concluindo, o STJ pronuncia que «(...) a criação de Albert Uderzo foi objecto de usurpação por parte de Herman José, já que a autora (da acção) não lhe concedeu qualquer autorização para a reprodução e exploração comercial da personagem». No mesmo acórdão, o STJ absolve a Centralcer, proprietária da marca Sagres, e a RTP, por considerar que caberia a Herman obter a autorização para uso da personagem.

«Homenagem romântica»

Confrontado com a decisão, Herman José diz que «as questões» relacionadas com o uso de personagens «são muito subjectivas» e que na sua «profunda convicção» utilizou Astérix «não para um plágio, mas como uma homenagem romântica a um personagem» que faz parte do seu «imaginário». No entanto, o artista reconhece que «uma coisa são os ideais românticos» e «outra a realidade comercial, onde a justiça tem de ser objectiva» e que, se tivesse de realizar o mesmo filme hoje, teria sido «muito mais profissional», solicitando «de imediato a autorização».

Manuel Lopes Rocha, advogado das edições Albert René neste caso, afirma que a sentença do STJ «cria uma corrente jurisprudicional a favor da protecção da personagem». Lopes Rocha defende que as «personagens e os seus nomes - de BD, literatura, animação, jogos de computador ou de outras criações - são fundamentais para os seus autores, devido ao valor acrescentado que proporcionam, como, por exemplo, em 'merchandising'». Segundo o advogado, a partir de agora em Portugal «a personagem, isoladamente, passa a estar incluída na protecção dos direitos de autor».

JOSÉ VEGAR / Expresso, 17/07/1999

O advogado de Obélix

«Sou um jornalista frustrado». É assim que se define Manuel Lopes Rocha, «o» acérrimo defensor de Obélix e Astérix. E logo pela manhã vinga-se do sonho nunca vivido. «Devoro furiosamente tudo quanto é jornal português ou estrangeiro. E muitas revistas.»

Coincidência ou não, o seu escritório lembra a desarrumação habitual das redacções, com montes dispersos de papéis pelo chão, expressando a sua importância na distância que os separa da secretária. Fala muito depressa. A sua acção rápida e viva, estaria mais de acordo com o stress jornalístico. Mas não. «A vida de advogado é muito aborrecida. Às vezes aparecem casos interessantes que ficam na nossa pequena história.»

Manuel Lopes Rocha tem desses episódios. Astérix e Obélix foram os personagens que lhe deram o caso mais mediático. A defesa dos famosos gauleses acabou por ser um marco na sua carreira. Arrastou-se durante seis anos, mas chegou a subir ao Supremo Tribunal de Justiça e fez jurisprudência em Portugal. Tratou do spot publicitário onde Herman José, disfarçado de Astérix, fazia de conta que uma conhecida cerveja portuguesa era a sua «poção mágica». O advogado levou a sua à certa e provou que também «a personagem artística é protegida pelo direito de autor». Houve indemnizações pagas e quem ganhou foram as edições Albert René, propriedade de Albert Uderzo e dos herdeiros de René Goscinny.

Na área do direito de autor, a especialidade de Manuel Lopes Rocha, é fundamental, explica, «ler muito, manter intenso contacto com a comunicação social, ter o mínimo de cultura e também 'beber' muita banda desenhada: Tintin, Blake & Mortimer, Astérix, Corto Maltese...» Isto porque os atropelos são cada vez em maior número. «É na banda desenhada, música, livros, Internet, software...» Outra das suas estreias foi ter conseguido, pela primeira vez, que um tribunal português considerasse o software protegido pelos direitos da propriedade intelectual, a propósito da pirataria de um conhecido importador de automóveis. E também lhe foi parar às mãos o caso do cibercrime protagonizado por dois adolescentes portugueses «extremamente dotados» que entraram no sistema informático de cartões de crédito americanos e fizeram compras em Lisboa.

A Internet tornou-se o alvo principal dos plagiadores por «tudo ser copiável». Manuel Lopes Rocha acha que se deve evoluir para outras medidas «como vender passwords, aferrolhando o que se quer proteger do ponto de vista intelectual». Porque os plágios, hoje em dia, tornaram-se vulgares. «Eu próprio sou vítima de plágios. Há um uso abusivo, um excesso de citação sem que se identifique o autor das ideias. Se nunca se referir o autor pode ser-se o pioneiro.» Os casos de plágio têm surgido em crescendo. «Em livros, multimédia, base de dados. As penas são pesadas, mas não são aplicadas.» Até que um advogado como ele se meta no assunto...

Leonor Figueiredo, Diário de Notícias, 04/03/2003

Descritores temáticos e sumário:

Direitos de autor

I - Provando-se nas instâncias que o réu, no âmbito de um contrato publicitário para a televisão surgia como actor principal, exibindo os bigodes e os cabelos loiros e consistindo o traje num colete de cor negra, um cinto de bolas, em calças, uma espada e um capacete arvorando duas asas, sendo esta a habitual indumentária de Astérix nas suas aventuras, nos seus mais diversos meios de criação artística em que se expressa pelo seu autor, significa isto que o réu se meteu na pele de Astérix e recriou este personagem com o seu cunho interpretativo, como é inevitável em qualquer actor relativamente a um personagem que interprete, mas sem lhe alterar qualquer elemento de marca distinto de Albert Uderzo.

II - Há assim um claro aproveitamento do que foi criado por Albert Uderzo, ou seja do que tem de essencial a sua obra, as suas Aventuras de Astérix.
07-07-1999

Revista n.º 592/99 - 1.ª Secção

Fernandes Magalhães (relator)
Tomé de Carvalho
Silva Paixão

https://arquivo.pt/wayback/20000925174218/http://www.cidadevirtual.pt/stj/jurisp/bol33civel.html

1.6.19

Nestlé Clic

A promoção do refresco em pó Nestlé Clic usou imagens das aventuras de Astérix. Seguem imagens dos autocolantes com as várias personagens.




8.5.19

Viternum

O "Viternum" é um estimulante do apetite que ainda está no mercado.

Na década de 70 oferecia um pequeno boneco de borracha, com 14 cm, do Astérix.






Figura em borracha com apito squeezy. Brinde publicitário do xarope Viternum, anos 70/80.

Esta figura tem a particularidade de ter a inscrição do nome do xarope no cinturão.

(informação contida no catálogo da exposição "Brinquedos de BD" - 2004)

Há um outro boneco que pode ser da mesma promoção.


Publicação em destaque

Bartoon

Que o popularíssimo herói de BD Astérix passou das mãos de Uderzo, exímias a desenhar criativamente, para as de Didier Conrad (e se Goscin...