Cadernos Escolares
A Cifranca, Lda era a dona da cadeia de lojas FunFarrow, onde comercializavam artigos de vestuário destinados ao público infanto-juvenil das marcas Astérix®, Billabong®, Quick Silver®, entre outras.
O inglês Michael Cooke visitou umas das lojas no Porto e adquiriu vários produtos e material de promoção.
A Favorita lançou como oferta a Aldeia de Astérix em grande formato e o iogurte Longa Vida outra aldeia da mesma personagem, só que esta possui 27 folhas A4 para a sua total construção, enquanto para a anterior serão só cinco, embora de maior formato.
[Acho interessante o tema dos ‘Doces, Bolachas, Chocolates e Quadrinhos’.] Em Portugal também se verificou ao longo dos anos que alguns produtos alimentares ofereceram aos seus compradores edições ligadas à Banda Desenhada e às Construções de Armar. Por exemplo, os chocolates Favorita ofereciam pranchas em cartolina de grande formato, com uma aldeia do Asterix, e os iogurtes Longa Vida também ofereceram idêntico material, em mais de 20 folhas também em cartolina, mas já em formato A4. As figuras vinham recortadas, pelo que se tornava mais fácil montar a aldeia pelos consumidores mais novos.
O inseticida Banzé oferecia pequenos livros de Banda Desenhada com as aventuras de Tony Banzé (rapaz aventureiro).
O sabão Azur oferecia livrinhos de pequeno formato, 6,5x10cm, com as aventuras de Lucky Luke e o mesmo acontecia com a Tulicreme (creme para barrar o pão), que ofereceu pequenos livros com as aventuras de Asterix. As medidas destes ainda eram mais pequenas, 5,5x7,5cm. E podíamos continuar com a Sumol, que oferecia caricas (cápsulas das garrafas), com as caras de alguns heróis da Banda Desenhada franco-belga, que serviam posteriormente para um jogo de loto. Existiam 12 cartões com as mesmas figuras impressas, para serem preenchidas com as caricas e que eram oferecidos pela revista portuguesa Tintin.
Carlos Gonçalves / QI - Quadrinhos Independentes
https://docplayer.com.br/159275710-Liquidacao-de-revistas-12.html
Cadernos Escolares
Astérix (40 bonecos) OLÁ
Todos os bonecos estão impecáveis, salvo o corneteiro e o escravo núbio (falta, a ambos, uma pena na cabeça) e são todos portugueses. A colecção saiu, posteriormente, em vários outros países, noutras cores e tons. Mais ainda do que em França e na Bélgica, onde a colecção teve muito sucesso, estes bonecos tiveram tiragens imensas na Alemanha e na Áustria. Os bonecos portugueses, muito procurados por coleccionadores estrangeiros, são incomparavelmente mais raros do que as réplicas de outros países.
R+R O respigador e a respigadora, 21/01/2010
http://baleia-salgada.blogspot.com/2015/12/catalogos.html
Os bonecos que vinham do frio
No dia-a-dia dos verões da infância a disputa era pelos rajás e pelos olás. Mas não era só pelos gelados de laranja, ananás ou chocolate. Era sobretudo pelo brinde que eles traziam: dentro da embalagem de papel de cada gelado, um pequeno boneco de plástico monocolor. Havia várias coleções, quase sempre de séries de desenhos animados da televisão ou de bandas desenhadas da época. Os da Disney ou os da Warner Brothers, os do Astérix ou os do Tintin, ou outros que nem sei de onde eram, como os músicos de um grupo ié-ié ou os astronautas e os seres extraterrestres que pertenciam a um conjunto que incluía uma espetacular estação orbital, que era adquirida à parte.
Verão após verão, estes eram os bonecos que eu colecionava e que foram os meus mais usados e estimados brinquedos.
Vinham criogenizados nas embalagens de gelados e acordavam para um mundo onde viveriam novas e insuspeitadas vidas.
(...)
Nuno Artur Silva, DN, 19/06/2019
(Publicada por Leonardo De Sá)
http://historiasdosquadradinhos.blogspot.com/2009/01/coleco-de-lbumzitos-astrix-brindes.html
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| https://www.comicsvalue.com/RARE-ASTERIX-PLACEMAT-FRESKY-PORTUGAL-80S-43-X-275/291681700153.html |
Que o popularíssimo herói de BD Astérix passou das mãos de Uderzo, exímias a desenhar criativamente, para as de Didier Conrad (e se Goscin...