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18.2.26

Workshop

 


14 de Janeiro, 2013

Workshop de cartoon político Ar.Co - professor Nuno Saraiva

Óbelix.©Carolina Moreira

Sol

27.7.22

Caricatura de Francisco Zambujal

Caricatura de Chalana da autoria de Francisco Zambujal - jornal A Bola 



(recordada mais recentemente na capa da edição de 10/02/2019)


 

25.6.22

Contra Informação - Astérix Tortas


O programa "Contra Informação" de 17/03/1999 utilizou várias referências ao universo de Ast´rix e Obélix,

https://arquivos.rtp.pt/conteudos/asterix-tortas/

Falar para o boneco

QUEM tem capacidade neste país para reunir, na mesma sala e no mesmo dia, António Guterres, um rol de ministros, destacados dirigentes da oposição, empresários mediáticos, árbitros e jogadores de futebol e uma ou outra estrela do «jet set»? Quem? Se respondeu o «Contra-Informação» o programa satírico diário da RTP1 cujos bonecos são, bastas vezes, melhores que os originais, acertou em cheio.

O «Contra» fez três anos de vida e a festa deu para tudo. Guterres até conseguiu uma vaga na sua estreita agenda para ir dar os parabéns ao pessoal da Mandala e arredores. (...)

É que os políticos reconhecem que a quota de popularidade de quem tem direito a boneco sobe imediatamente. Por isso é que, como se ia bichanando pelos cantos, há vários pedidos (muito implorados) para fulano ou sicrano vir a ser retratado.

Entre os convidados, Marques Mendes estava particularmente bem disposto. Já adivinhava que Durão Barroso se aprontava a marginalizá-lo, apesar do seu fiel José Mendonça o estar sempre a apertar para a necessidade de chegar a horas a Coimbra a tempo do Congresso. Pelo meio, dois fãs do programa do canal estatal foram dizer-lhe o quanto gostavam do seu boneco. Mendes não disse, mas pensou «Ganda nóia!»

Até Belmiro de Azevedo não quis faltar à celebração. Comentava-se amiúde pela sala que, ao contrário do que fez aos deputados, obrigando-os a abrir a Assembleia da República às oito da manhã para o ouvirem sobre os eventuais favores do Governo aos grupos económicos, neste caso aceitou sem pestanejar a hora a que os bonecos mais famosos de Portugal lhe marcaram encontro. E não é que conseguiu arranjar tempo na sua apertada agenda? 

Gente, Vidas, Expresso, 08/05/1999


21.10.21

Gaula

Da freguesia dos irredutíveis gauleses para o Funchal. E Lisboa?

A analogia faz-se sozinha. Há uma freguesia da Madeira, Gaula, resistente ao jardinismo como nenhuma outra nos últimos 37 anos, de onde sai um movimento de cidadãos, protagonizado por dois irmãos, que se diz detentor de uma “poção mágica” que o torna poderoso no meio partidário e que desde domingo é a quarta força do parlamento regional. O gentílico de Gaula? É gaulês, claro.

Na freguesia onde tudo começou, Filipe Sousa até já foi conhecido por Filipix, dadas as coincidências com a “aldeia povoada por irredutíveis gauleses” que, no início de cada livro do Astérix, “resiste agora e sempre ao invasor”, o Império Romano. Como na banda desenhada, este fundador do Juntos Pelo Povo recusa-se a revelar o segredo da “poção mágica”, como lhe chama, que fez com que o partido criado em Janeiro conseguisse chegar em dois meses ao parlamento regional, com uma representação (cinco lugares) igual à do PS-Madeira. O irmão Élvio Sousa também fala na “tal poção”, mas lá adianta alguns ingredientes: “Fazemos um trabalho quotidiano junto das populações. As pessoas criticam os partidos que estão em contacto apenas nos momentos eleitorais mas depois disso se fecham nos gabinetes.”

Filipe e Élvio têm nove anos de diferença (o primeiro tem 50, o segundo 41) e, juntamente com um conjunto de cidadãos independentes de Gaula, fundaram o movimento Juntos Pelo Povo (JPP) em 2008 para contrariar a “lógica partidária”. “A partidarite condiciona os autarcas”, argumenta convicto.

No ano seguinte candidataram-se à Câmara de Santa Cruz, roubaram a maioria absoluta ao PSD e passados quatro anos Filipe foi eleito presidente. Descontente com os partidos, atende o i à primeira, num contacto simples para a câmara. “Espere um pouco, vou fechar a porta... É fácil apanhar-me, sim, tão fácil que a porta está sempre aberta.” Num madeirense pausado fala do descontentamento com os partidos e conta o seu percurso político no poder local. Entrou em 1997, como candidato independente nas listas do PS à freguesia de Gaula, que tem pouco mais de 4 mil habitantes, a agricultura como principal actividade e “em 36 anos de poder jardinista foi a única onde a oposição contrariou sempre a hegemonia laranja” na Madeira, sublinha. Desliga-se do PS, funda o movimento e a história segue até ao parlamento regional.

Legislativas Para concorrer numas eleições que não as autárquicas, o JPP teria de se constituir partido. Filipe torceu o nariz, “receava a partidarite que estraga em muito a resolução dos problemas”, argumenta. Mas “a ideia era levar o projecto mais além”, diz, conformado com o que acabou por acontecer num curto espaço de tempo.

No início de Fevereiro deste ano o JPP foi legalizado. “Não estávamos a contar com este acto eleitoral.” A frase é de Élvio, que encabeçou a lista às legislativas e ouviu o irmão avisar, nos dias seguintes, que “é preciso ter cuidado que ainda nos cai o bebé nos braços. E caiu. Agora há que amamentá-lo”, acrescenta Filipe Sousa que, na altura, estava sobretudo preocupado com a composição das listas. Afinal havia hipótese de eleger mais de um deputado. “Basta uma andorinha para estragar a Primavera”, atira o autarca para justificar a cautela. O provérbio popular não é este, mas no JPP também não foi devagar que se foi longe. E a meta pode nem sequer estar na Assembleia Legislativa sediada no Funchal.

A Assembleia da República está no horizonte do JPP. Até porque, lembra Élvio Sousa, o partido tem “uma base considerável de apoios na Grande Lisboa, no meio académico, empresarial e da cidadania”, diz ao i. O congresso nacional deve realizar-se em Maio, e aí o JPP “vai reflectir sobre as legislativas e ponderar seriamente a apresentação de uma candidatura”.

O agora deputado da Assembleia Legislativa da Madeira é também o presidente da Junta de Freguesia de Gaula, onde vai manter-se em funções. É arqueólogo, formado na Universidade de Lisboa, e investigador na área da arqueologia da expansão portuguesa. Não gosta de colar o JPP a ideologias. “É composto por muitos homens e mulheres que não se identificam com a dicotomia esquerda/direita”, garante ao mesmo tempo que aponta como prioridade a área social – “Se isto é esquerda ou direita...” “Nunca fui militante e 99% dos deputados ou autarcas do JPP também não. O melhor da política está nos cidadãos”, diz ainda no ritmo da ladainha de campanha daquele que foi alvo de ataque frequente dos partidos tradicionais durante o último mês.

O JPP vai ocupar cinco cadeiras no parlamento regional e propõe-se ter um gabinete móvel de apoio à população, para sustentar e dar a conhecer as propostas sociais do partido. Há uma coisa que recusou na campanha e mantém como lema: não a coligações. “Há uma filosofia e isso quebraria a confiança com os cidadãos. Jamais poremos a hipótese de acordo.” Bom, há um possível. Os irmãos são ambos músicos. Élio toca viola e harmónica nos SOS (Somos o que Somos), uma banda de originais de blues e rock. Filipe tocou, na adolescência, nos Chacal (“É um animal que come carne podre e as nossas letras atiravam aos podres da sociedade”, explica o autarca). “Um dia ainda fazemos uma banda com o actual presidente do governo regional, que toca piano.” Élvio ri-se, garantindo que com Miguel Albuquerque só mesmo na música. Será?

01/04/2015
https://ionline.sapo.pt/131752

14.9.21

Carlinha


Sinto-me como que na aldeia dos gauleses eheheh .... Astérix de um lado, Obélix do outro, o canito ideiafix sempre a ladrar, (hoje gordito e já com óculos, tadito).... e com a La Roussette, galinha de Abraracourcix, o chefe da aldeia, a cacarejar como há muito não ouvia.!!

Vou mas é pedir uma poção mágica ao Panoramix, a ver se me safo, eishhh!
lololololol

https://camaroteleonino.blogs.sapo.pt/ha-quem-pensa-que-e-o-pai-do-3160231

22.7.21

Por toutatis!

Astérix - Um Património fora do vulgar

17 de maio a 1 de junho 2014
Museu nacional da Imprensa

8.4.21

O maior de todos os tesouros



Fanzine cujas personagens sugerem algumas semelhanças com alguns dos protagonistas de Astérix.

Fantasia em que participam alguns animais falantes e com um fundo cómico. Coordenação de Paulo Monteiro.

21  |  Câmara Municipal de Beja- Atelier de BD - Toupeira - Bedeteca de Beja | 2009-05 | PT
Colecção TOUPEIRA nº5 | 20 pag; 17 x 24 cm; P.B.;400 ex;

Autor Carlos Rocha

+ informações ISBD

http://alpiarca.pt/fanzineteca/index_pesquisa.php



http://bongop-leituras-bd.blogspot.com/2013/04/a-palavra-dos-outros-o-maior-de-todos.html

5.11.20

A Praga


Não há poção mágica que acabe com a praga

A Câmara de Abrantes já informou o Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas do aparecimento de javalis na cidade nas últimas semanas. Depois de terem sido avistados oito javalis junto à Escola Dr. Manuel Fernandes, uns dias mais tarde foram detectados mais animais nas imediações do hospital da cidade. O presidente da câmara, Manuel Valamatos (PS), afirmou, em reunião camarária, estar preocupado com a situação. “Os javalis normalmente não atacam, estão apenas à procura de comida, mas tenho receio que aconteça algum incidente”, disse. Num vídeo publicado há cerca de três semanas por uma cidadã nas redes sociais vêem-se três crias e a mãe a revolverem a relva dos espaços ajardinados do Hospital de Abrantes à procura de alimento. O mesmo aconteceu junto ao heliporto da unidade hospitalar onde a relva estava toda arrancada. Há cerca de um mês uma moradora fotografou oito javalis (uma fêmea e sete crias) na Rua General Humberto Delgado, junto à Escola Dr. Manuel Fernandes. E, pelos vistos, ao contrário do que acontecia nos livros dos irredutíveis gauleses Astérix e Obélix, não há poção mágica que ponha fim à praga.

Cartoon da noticia | 06-11-2019 (O Mirante)

14.10.20

Amadora 2007

 Capa do suplemento GPS da revista Sábado (2007)  por Rui Ricardo

Amadora BD - SUPER Heróis na Amadora

http://tintinemportugal.blogspot.com/2014/06/tintin-na-revista-sabado.html


29.1.20

prédio do Asterix

Jantar das velhas glórias do Bairro dos Capuchos, em especial aquele micro-clima que se passava no prédio do Asterix!

| O MELHOR EVENTO DO ANO |

Está a chegar o melhor evento do ano, rapaziada!

Já sabem que dia 5 de Outubro não se marca nada, pois o almoço do Prédio Asterix está em primeiro lugar.

Toda a gente avisar o pessoal que se lembrem. Liguem para os números de telefone, enviem sms, deixem o nome das pessoas que se lembram aqui na nossa página.


https://www.facebook.com/events/1170754719712643/

Criação do grupo a 18 de fevereiro de 2010

Amigas e amigos, dia 5 de Outubro de 2017 vai ser um dia histórico!

Não só porque é feriado nacional, mas também porque, na Quinta do Paúl ( Saloon ), na Ortigosa, Leiria, vai acontecer o primeiro almoço anual das famílias Asterix!

*

Depois do bairro e do seu estabelecimento comercial ter sido invadido por pequenos talibans...a nossa Jacinta Lino ainda nos presenteia com um sorriso de orelha a orelha! Merece uma estátua ao lado daquele jogador de futebol do Marrazes!

Supermercado Astérix - Irmãos Lino, Lda
Bairro dos Capuchos, Leiria

18.9.19

Visão


José Luís Duarte (n. 1945), desenho para a contracapa da revista Visão, número 4, Maio de 1975.

© Capas & Companhia

https://capasecompanhia.blogs.sapo.pt/11163.html


22.8.19

Supremo condena Astérix de Herman


HERMAN José terá de pagar uma indemnização de 4500 contos, acrescidos de 15% de juros anuais, às edições Albert René, propriedade de Albert Uderzo e dos herdeiros de René Goscinny, pela utilização não autorizada da personagem de banda desenhada «Astérix, o Gaulês». A decisão foi tomada no dia 7 pelo Supremo Tribunal de Justiça (STJ), que assim encerra definitivamente um contencioso iniciado em 1992. Por outro lado, o acórdão do STJ vem fazer doutrina no campo dos direitos de autor em Portugal, já que é a primeira vez que se decide legalmente pela protecção de uma personagem, e não da obra integral.

As edições Albert René decidiram avançar com a acção legal depois de um «spot» publicitário de promoção da cerveja Sagres, realizado, produzido e interpretado por Herman José, ter sido exibido na RTP, em Maio de 1992, sem qualquer autorização para reprodução ou exploração comercial da personagem de BD.

No «spot», Herman José aparece caracterizado e vestido como Astérix - bigodes e cabelos loiros, colete, espada e capacete - e, inclusive, diz que a cerveja é a «poção mágica», o que, como sabem os leitores de Astérix, é um dos traços marcantes daquela personagem de Uderzo e de Goscinny.

«Objecto de usurpação»

No tribunal de primeira instância, a acção foi favorável a Herman José, tendo os juízes considerado que o actor apenas fizera «uma paródia». No entanto, as edições Albert René recorreram para a Relação, que lhes deu razão, considerando que houve uma violação dos direitos de autor. Foi então a vez de Herman José interpor recurso para o STJ, que reconfirmou a decisão da Relação.

Basicamente, o STJ considera que o «realizador-actor Herman José» utilizou na «sua essência a figura de BD Astérix (...) quer no seu aspecto plástico, traços físicos, quer na sua caracterização psicológica (herói vencedor através de uma poção mágica) (...) e no seu universo (guerreiro que luta contra os romanos)».

Os juízes afirmam ainda que Herman «se meteu na pele de Astérix e recriou esta personagem (...) sem lhe alterar qualquer elemento de marca distinto de Uderzo e Goscinny».

Concluindo, o STJ pronuncia que «(...) a criação de Albert Uderzo foi objecto de usurpação por parte de Herman José, já que a autora (da acção) não lhe concedeu qualquer autorização para a reprodução e exploração comercial da personagem». No mesmo acórdão, o STJ absolve a Centralcer, proprietária da marca Sagres, e a RTP, por considerar que caberia a Herman obter a autorização para uso da personagem.

«Homenagem romântica»

Confrontado com a decisão, Herman José diz que «as questões» relacionadas com o uso de personagens «são muito subjectivas» e que na sua «profunda convicção» utilizou Astérix «não para um plágio, mas como uma homenagem romântica a um personagem» que faz parte do seu «imaginário». No entanto, o artista reconhece que «uma coisa são os ideais românticos» e «outra a realidade comercial, onde a justiça tem de ser objectiva» e que, se tivesse de realizar o mesmo filme hoje, teria sido «muito mais profissional», solicitando «de imediato a autorização».

Manuel Lopes Rocha, advogado das edições Albert René neste caso, afirma que a sentença do STJ «cria uma corrente jurisprudicional a favor da protecção da personagem». Lopes Rocha defende que as «personagens e os seus nomes - de BD, literatura, animação, jogos de computador ou de outras criações - são fundamentais para os seus autores, devido ao valor acrescentado que proporcionam, como, por exemplo, em 'merchandising'». Segundo o advogado, a partir de agora em Portugal «a personagem, isoladamente, passa a estar incluída na protecção dos direitos de autor».

JOSÉ VEGAR / Expresso, 17/07/1999

O advogado de Obélix

«Sou um jornalista frustrado». É assim que se define Manuel Lopes Rocha, «o» acérrimo defensor de Obélix e Astérix. E logo pela manhã vinga-se do sonho nunca vivido. «Devoro furiosamente tudo quanto é jornal português ou estrangeiro. E muitas revistas.»

Coincidência ou não, o seu escritório lembra a desarrumação habitual das redacções, com montes dispersos de papéis pelo chão, expressando a sua importância na distância que os separa da secretária. Fala muito depressa. A sua acção rápida e viva, estaria mais de acordo com o stress jornalístico. Mas não. «A vida de advogado é muito aborrecida. Às vezes aparecem casos interessantes que ficam na nossa pequena história.»

Manuel Lopes Rocha tem desses episódios. Astérix e Obélix foram os personagens que lhe deram o caso mais mediático. A defesa dos famosos gauleses acabou por ser um marco na sua carreira. Arrastou-se durante seis anos, mas chegou a subir ao Supremo Tribunal de Justiça e fez jurisprudência em Portugal. Tratou do spot publicitário onde Herman José, disfarçado de Astérix, fazia de conta que uma conhecida cerveja portuguesa era a sua «poção mágica». O advogado levou a sua à certa e provou que também «a personagem artística é protegida pelo direito de autor». Houve indemnizações pagas e quem ganhou foram as edições Albert René, propriedade de Albert Uderzo e dos herdeiros de René Goscinny.

Na área do direito de autor, a especialidade de Manuel Lopes Rocha, é fundamental, explica, «ler muito, manter intenso contacto com a comunicação social, ter o mínimo de cultura e também 'beber' muita banda desenhada: Tintin, Blake & Mortimer, Astérix, Corto Maltese...» Isto porque os atropelos são cada vez em maior número. «É na banda desenhada, música, livros, Internet, software...» Outra das suas estreias foi ter conseguido, pela primeira vez, que um tribunal português considerasse o software protegido pelos direitos da propriedade intelectual, a propósito da pirataria de um conhecido importador de automóveis. E também lhe foi parar às mãos o caso do cibercrime protagonizado por dois adolescentes portugueses «extremamente dotados» que entraram no sistema informático de cartões de crédito americanos e fizeram compras em Lisboa.

A Internet tornou-se o alvo principal dos plagiadores por «tudo ser copiável». Manuel Lopes Rocha acha que se deve evoluir para outras medidas «como vender passwords, aferrolhando o que se quer proteger do ponto de vista intelectual». Porque os plágios, hoje em dia, tornaram-se vulgares. «Eu próprio sou vítima de plágios. Há um uso abusivo, um excesso de citação sem que se identifique o autor das ideias. Se nunca se referir o autor pode ser-se o pioneiro.» Os casos de plágio têm surgido em crescendo. «Em livros, multimédia, base de dados. As penas são pesadas, mas não são aplicadas.» Até que um advogado como ele se meta no assunto...

Leonor Figueiredo, Diário de Notícias, 04/03/2003

Descritores temáticos e sumário:

Direitos de autor

I - Provando-se nas instâncias que o réu, no âmbito de um contrato publicitário para a televisão surgia como actor principal, exibindo os bigodes e os cabelos loiros e consistindo o traje num colete de cor negra, um cinto de bolas, em calças, uma espada e um capacete arvorando duas asas, sendo esta a habitual indumentária de Astérix nas suas aventuras, nos seus mais diversos meios de criação artística em que se expressa pelo seu autor, significa isto que o réu se meteu na pele de Astérix e recriou este personagem com o seu cunho interpretativo, como é inevitável em qualquer actor relativamente a um personagem que interprete, mas sem lhe alterar qualquer elemento de marca distinto de Albert Uderzo.

II - Há assim um claro aproveitamento do que foi criado por Albert Uderzo, ou seja do que tem de essencial a sua obra, as suas Aventuras de Astérix.
07-07-1999

Revista n.º 592/99 - 1.ª Secção

Fernandes Magalhães (relator)
Tomé de Carvalho
Silva Paixão

https://arquivo.pt/wayback/20000925174218/http://www.cidadevirtual.pt/stj/jurisp/bol33civel.html

5.7.19

Mais Simonix


Há ainda um outro fenómeno digno de registo: o atual presidente da Junta de Freguesia de Santa Clara e Castelo Viegas, na margem esquerda do Mondego, e recandidato pelo PSD/CDS faz campanha vestindo o papel de uma figura de banda desenhada. José Simão é para os eleitores o Simonix, numa alusão à conhecida história do gaulês Astérix.

Na BD que publicou, chega a referir-se ao presidente da câmara como Governador Machadus.

José Simão é Simonix, a versão conimbricense do gaulês Astérix.

CM, 27/09/2017
https://www.cmjornal.pt/politica/detalhe/coimbra-retrata-rostos-dos-partidos-em-cartoons

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selo personalizado - 2009



Publicação em destaque

Bartoon

Que o popularíssimo herói de BD Astérix passou das mãos de Uderzo, exímias a desenhar criativamente, para as de Didier Conrad (e se Goscin...