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16.9.20
20.8.20
Fanzine Efeméride nº6
IV - Astérix na Luta, por João Lam
(I) Agonia Sampaio
(II) Alvaro está presente na bd de prancha única "Astérix & Obélix inDignados".
(III) Astérix e Obélix no episódio "O Menir", criado (argumento e desenho) por C. Moreno
(IV) João Lam
(V) Osvaldo Medina/Fernando Dordio
Na mais recente edição do Efeméride (Parte 1), em Outubro de 2013, na obra colectiva "Heróis de BD no Século XXI", a colaboração de Alvaro está presente na bd de prancha única "Astérix & Obélix inDignados".
Astérix e Obélix no episódio "O Menir", criado (argumento e desenho) por C. Moreno
(I) Agonia Sampaio (II) Álvaro (III) C.Moreno (IV) João Lam (V) Osvaldo Medina/Fernando Dordio
http://fanzinesdebandadesenhada.blogspot.com/2013/12/fanzines-esses-desconhecidos-efemeride.htmlhttps://divulgandobd.blogspot.com/2013/12/fanzines-esses-desconhecidos-efemeride.html
https://bandasdesenhadas.com/2013/11/02/efemeride-6/
Heróis de BD no Século XXI -fanzine Efeméride (nº6 - Parte 3 de 4 - Maio 2015)
(3) João Lemos -"Força Maior"
Panoramix
http://sitiodosfanzines.blogspot.com/2015/07/efemeride-6-parte-3-de-4-herois-de-bd.htmlQuem é quem na Lusitânia
Expresso-Única, 09/10/2009
http://ecopoltico.blogspot.com/2009/10/quem-e-quem-na-lusitania.html
http://www.ultraperiferias.pt/2009/10/asterix-na-lusitania.html
http://obidos-madein-2510.blogspot.com/2009/10/aldeia-satira_10.html
http://abnoxio.com/asterix-na-lusitania-ou-vira-o-disco-e-toca-sempre-o-mesmo
4.8.20
Astérix na Lusitânia
Em Astérix e a Transitálica, o 37.º álbum da série que é hoje lançado, os lusitanos ocupam enfim um lugar de relevo e protagonizam um dos momentos altos nesse jogo de espelhos entre Antiguidade e actualidade que é genético em Astérix. São uma espécie de piada que se vai desenvolvendo lateralmente ao longo de toda a aventura.
Na história, todos os povos sob o domínio de Roma são convocados para uma corrida de carros através de toda a península itálica. Ora, nesta espécie de campeonato da Europa da Antiguidade, os lusitanos são os últimos a chegar, estão sempre atrasados na corrida, não são especialmente brilhantes e no final, sem perceberem bem como nem porquê, acabam por ficar com a taça. Faz lembrar alguma coisa?
A piada, escrita por franceses, revela bem a dimensão da dor de cotovelo que os mói desde Julho de 2016. O que interessa aqui, porém, é que esse é talvez o melhor anacronismo que vamos encontrar nestas 46 páginas. E isso, infelizmente, não é dizer grande coisa.
A verdade é que depois do magnífico O Papiro de César, o segundo álbum por Jean-Yves Ferri e Didier Conrad e o primeiro sem qualquer supervisão do criador Albert Uderzo, a dupla fica um pouco aquém do que prometia. Os textos de Jean-Yves Ferri continuam competentes e tudo se desenvolve a bom ritmo – apesar do final ser desnecessariamente abrupto — e há uma mão cheia de gags que nos espremem sorrisos. Por outro lado, o traço de Didier permanece seguro e o desenhador continua a mostrar-se capaz de criar novas personagens – as entradas de Alain Prost e Silvio Berlusconi são muito bem conseguidas – e de actualizar outras sem lhes roubar a identidade ou causar estranheza aos militantes irredutíveis. É tudo bonzinho, mas não sobra um diálogo memorável, uma piada gráfica de antologia, uma prancha para arquivar no Olimpo da série.
Mas respondendo à pergunta que conta: vale os 10.90€? Pois claro que vale. Depois de ter batido no fundo com O Céu Cai-lhes Em Cima da Cabeça, o 34.º álbum, a coisa já dava bons sinais no anterior Astérix e os Pictos (o 35º, ainda supervisionado por Uderzo) e consolidou-se com o excelente O Papiro de César. Agora marca passo, mas continuamos a um nível bastante recomendável. Bem podem agradecer ao Éder.
Astérix e a Transitálica. Jean-Yves Ferri (texto) e Didier Conrad (desenhos).
14.7.20
França 2016
António Gaspar
6.7.20
Astérix Jesus & Sérgio Óbelix
http://cromos_da_bola.blogspot.com/2004/10/astrix-jesus-srgio-belix.html
Astérix Jesus & Sérgio Óbelix
Guarda-redes, Sósias, Guimarães, Sporting
Óbelix de Alvalade
Como já tinhamos trazido o bom velho e irredutível gaulês á baila, decidimos desta feita recordar o seu compincha obeso, Obélix. Ora bem, recordar Obélix é sinónimo com recordar o ex-guarda-redes-eterno-suplente do SCP, o Sr. Sérgio. Tal como o mítico Jesus é a versão futeboleira de Ásterix, Sérgio faz o papel bolístico do carregador de menires. Olhar cerrado e carrancudo que camufla uma face bonacheirona e anafada, coberta por um respeitoso bigode. Características que levaram a que o ex-guarda-redes-eterno-suplente do SCP fosse conhecido pelo Óbelix da bola, e não pelas suas mãos capazes de agarrar qualquer menir que fosse disparado na sua direcção por um qualquer Spassov ou Eskilsson. Curioso o facto de tanto o irredutível Jesus como o anafado Sérgio serem guarda redes. Estes Portugas estão loucos.
https://cromos_da_bola.blogspot.com/search?q=ob%C3%A9lix
Jesus, "O Astérix Luso".
O pequeno Jesus, qual mosquito sedento de sangue, primava pelos voos entre os postes, zurzindo a uma velocidade estonteante, deixando desta forma os avançados atordoados e sem hipóteses perante o nosso irredutível português.
https://cromos_da_bola.blogspot.com/2004/09/astrix-da-lusitnia-sr-matias-e-um.html
24.6.20
18.6.20
10.6.20
Alexandre Simas
As outras eleições de dia 4. O Astérix vai embora, quem quer mandar na aldeia?
No próximo domingo, 5.727 portugueses são chamados às urnas para eleger duas novas juntas de freguesia, uma no Norte e outra no Centro. Há uma coisa em comum: o tesoureiro...
Estamos no ano 2015 depois de Cristo. Todo o concelho de Torres Novas é governado pelo Partido Socialista. Todo? Não! Há duas aldeias que se mantêm independentes. Numa delas vive um homem de longos bigodes que mostrou ser um irredutível guerreiro contra a câmara municipal. Apresentamos-lhe Alexandre Simas, também conhecido como Astérix, presidente cessante da junta de freguesia de Riachos. Em junho, depois de uma longa disputa com a autarquia, Simas bateu com a porta. E agora a localidade vai a votos no mesmo dia das eleições legislativas.
O conflito entre Alexandre Simas, — eleito pelo movimento de independentes GRUPPO – Grupo de Riachenses Unidos Pelo Povo — e a câmara socialista resume-se em poucas linhas. As últimas eleições autárquicas foram a 29 de setembro de 2013. No dia seguinte entrou em vigor uma lei que prevê a transferência automática de competências das câmaras para as juntas em vários domínios: manutenção de espaços verdes, limpeza de ruas e sarjetas, manutenção de mobiliário urbano, entre outros. Municípios e juntas tinham apenas de se entender relativamente ao dinheiro que cada freguesia receberia para cumprir aquelas funções. Riachos e Torres Novas nunca chegaram a acordo: a junta queria cerca de 35 mil euros; a câmara está disposta a dar apenas 17 mil.
João Pedro Pincha, Observador, 29/09/2015
https://observador.pt/especiais/as-outras-eleicoes-decisivas-de-dia-4-nao-e-um-conto-de-criancas-mas-mete-o-asterix/
20.5.20
13.5.20
Tónius
Tónius, o Astérix português
Quando em Abril de 1979 a 2ª série da revista “Spirou” chegou às bancas, apresentava na capa um novo herói português. Ou melhor, lusitano, de nome Tónius. Emulação de Astérix, apesar de distinto do pequeno guerreiro gaulês – na construção dos argumentos, no ritmo, na utilização graficamente interessante de balões e legendas, no aproveitamento da sonoridade das palavras e de alguns anacronismos como fonte de humor… - partilhava com ele alguns pontos de contacto:
vivia numa aldeia - o castro de Pedróbriga - que resistia aos invasores… mouros, a quem distribuía castanhadas sempre que a ocasião surgia; era inteligente, audaz e hábil… no manejo da funda; o seu principal amigo era Chicolindus, forte, encorpado e apreciador de… trutas; o seu chefe, Herminius, mandava pouco… mesmo em casa.
Os seus autores eram o argumentista Fernando Tito e o desenhador José André que, depois desta aventura inicial, publicada semanalmente até ao número 22 da revista, fariam Tónius regressar em “Uma aventura nas Astúrias” (Editorial Publica), lançada directamente em álbum no nosso país, em 1981, após ter sido editada na Bélgica, Holanda e Finlândia.
Nestes países foi ainda publicada uma terceira BD, “A invasão dos Alfas”, até hoje inédita em Portugal. As duas primeiras histórias foram reeditadas no “Jornal da BD” (1984/1985), tendo os autores deixado incompletos dois outros projectos, “A Pedra do Norte” (argumento completo, parcialmente desenhado) e “Tónius e as Sete Maravilhas” (apenas com a ideia base esboçada).
Tónius, apesar da carreira breve (ou talvez nem tanto…) com amigos e adversários ainda protagonizou um loto cuja base eram caricas de Sumol!
Pedro Cleto, Maio/2011
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