27.7.22

Caricatura de Francisco Zambujal

Caricatura de Chalana da autoria de Francisco Zambujal - jornal A Bola 



(recordada mais recentemente na capa da edição de 10/02/2019)


 

13.7.22

Zé Povix, o Portugalês


Inspirado no universo de BD de Astérix, a partir da aventura "O Domínio dos Deuses".

Estamos no ano 2000 d.C. Todo o país está ocupado pelas guarnições legionárias de Euromanos... todo ? Não ! Zé Povix (o herói da nossa história) vive numa pacata aldeia povoada por irredutíveis portugaleses, que vão ser convidados a transformá-la em prol do progresso civilizacional.

A aldeia divide-se em assembleias (Fóruns) de opinião e decidem manter os seus costumes e tradições. O país global prepara então a primeira invasão diplomática.

Entretanto Zé Povix, acompanhado pelos inseparáveis Nobelix (carregador de livros e apreciador de um bom cozido à Portugalês) e por Chefe Silvix (fazedor da receita mágica que dá forças sobrenaturais) e por Abrunhosix (o músico com voz encantatória), preparam-se para travar duras batalhas na defesa do seu último reduto. 

ficha técnica

encenação Pedro Carvalho guião dramatúrgico Pedro Carvalho, Alfredo Teixeira e José Leitão assistente de encenação Tó Maia interpretação Amílcar Mendes, Hugo Sousa, José Maria Abreu, Valdemar Santos, Júlio Ribeiro e Romeu Pereira participação especial elementos do curso "Oficina de Teatro da Maia" cenografia Alfredo Teixeira música original e sonoplastia Carlos Adolfo coreografia Ana Figueira animação coreográfica Divina d.j. Nuno Nobre desenho de luz Wilma Moutinho figurinos Fátima Maio pirotecnia Jorge Duarte vídeo Luís Miguel (Associação de Artes Cinematográficas de Valongo) execução cenográfica Sabino Pires equipa técnica Bruno Cardoso, César Fortes, João Branco, José Lopes produção Susana Lamarão

https://www.teatroartimagem.org/newpagefcf65ef6

Teatro Art'Imagem e Oficina de Teatro da Maia

data e local de produção:

Estreado a 13 de Outubro de 2000 no exterior do Fórum da Maia.

Espectáculo de abertura do 6º Festival Internacional de Teatro Cómico da Maia

25.6.22

Contra Informação - Astérix Tortas


O programa "Contra Informação" de 17/03/1999 utilizou várias referências ao universo de Ast´rix e Obélix,

https://arquivos.rtp.pt/conteudos/asterix-tortas/

Falar para o boneco

QUEM tem capacidade neste país para reunir, na mesma sala e no mesmo dia, António Guterres, um rol de ministros, destacados dirigentes da oposição, empresários mediáticos, árbitros e jogadores de futebol e uma ou outra estrela do «jet set»? Quem? Se respondeu o «Contra-Informação» o programa satírico diário da RTP1 cujos bonecos são, bastas vezes, melhores que os originais, acertou em cheio.

O «Contra» fez três anos de vida e a festa deu para tudo. Guterres até conseguiu uma vaga na sua estreita agenda para ir dar os parabéns ao pessoal da Mandala e arredores. (...)

É que os políticos reconhecem que a quota de popularidade de quem tem direito a boneco sobe imediatamente. Por isso é que, como se ia bichanando pelos cantos, há vários pedidos (muito implorados) para fulano ou sicrano vir a ser retratado.

Entre os convidados, Marques Mendes estava particularmente bem disposto. Já adivinhava que Durão Barroso se aprontava a marginalizá-lo, apesar do seu fiel José Mendonça o estar sempre a apertar para a necessidade de chegar a horas a Coimbra a tempo do Congresso. Pelo meio, dois fãs do programa do canal estatal foram dizer-lhe o quanto gostavam do seu boneco. Mendes não disse, mas pensou «Ganda nóia!»

Até Belmiro de Azevedo não quis faltar à celebração. Comentava-se amiúde pela sala que, ao contrário do que fez aos deputados, obrigando-os a abrir a Assembleia da República às oito da manhã para o ouvirem sobre os eventuais favores do Governo aos grupos económicos, neste caso aceitou sem pestanejar a hora a que os bonecos mais famosos de Portugal lhe marcaram encontro. E não é que conseguiu arranjar tempo na sua apertada agenda? 

Gente, Vidas, Expresso, 08/05/1999


16.6.22

Operação Imbicta


Após o enorme sucesso do filme francês Astérix & Obélix - Missão Cleópatra, Manoel de Oliveira, com o apoio do Porto 2001, decidiu adaptar o argumento para a realidade Portuguesa.

A história passa-se na formosa aldeia Portus Imbictas, onde o imperador exige a construção de um Monumental Estádio em tempo record. Mas só recorrendo à ajuda dos nossos dois heróis conseguirá defrontar o chefe de aldeia e os mercadores locais. Veja aqui uma breve descrição das personagens intervenientes nesta fantástica aventura.

Caricaturas - Piradas Interactivas

PORTUS IMBICTAS

Portus

Estamos no ano 2 antes do EURO. Todo o país foi invadido pela febre do futebol... Todo? Não! Uma pequena aldeia do Norte parece resistir à invasão de estádios que proliferam por todo o território....

IMPERADOR

Pintus da Costa

Quem realmente governa esta aldeia é o Imperador do FCP. Sarcástico, poderoso, incontestável, Pintus exige o início da construção do magnífico estádio antes do fim de Março.

LEGIONÁRIOS

Super Dragus

Toda a região se econtra ocupada por um exército de adeptos ferrenhos, agressivos, descontrolados, que ameaçam arrasar a Câmara se o seu estádio não for construído.

CHEFE da ALDEIA

Rui Rix

O chefe eleito recentemente pela aldeia. Majestoso, impulsivo e ingénuo, tem a ousadia em desafiar o Imperador na construção do estádio para proteger os pequenos mercadores.

DRUIDA

Santana Lopix

O venerável druida é bastante popular na sua aldeia. Diz ter em sua posse uma poção mágica para financiar o estádio do Benfica, e no entanto não revela o segredo a ninguém.

BARDO

Pacheco Pereirix

As opiniões acerca do seu talento divergem: ele considera-se genial, mas muitos o consideram abominável, especialmente os Super Dragus que já lhe quiseram fazer a folha.

OBÉLIX

Ferro Rodriguix

Ferro é um peso pesado da política, mesmo assim durante a campanha os boys conseguiram carregá-lo em ombros. Segundo os cartazes de propaganda, Ferro é "honesto, competente, sério, corajoso, determinado, tem convicções", no entanto não aguentou o peso da herança política que carrega aos ombros. Não vai poder fazer nada pelo estádio.

ASTÉRIX

Durão Barrosix

Adversário político de Obelix, encontra-se em exelente forma física, e com uma enorme sede de poder. A energia que o galvaniza surgiu nas autárquicas, e agora vais ser ele a ficar com a batata quente do estádio das Antas, e a realização de Euro 2004.


23.5.22

Astérix entre os portugueses - 2011


"Astérix entre os portugueses"

Festival internacional de Banda Desenhada da Amadora 2011

video de Jorge Macieira

https://www.youtube.com/watch?v=Wp8xRXNPVxo

EXPOSIÇÃO

Há 50 anos, Astérix era publicado pela primeira vez em Portugal e pela primeira vez fora do mercado francófono - na revista "Foguetão", que o grafava Asterix. Essa estreia dava-se ano e meio após o seu nascimento na Pilote, a 29 de Outubro de 195, e era o início de uma sólida relação entre o pequeno guerreiro gaulês e os leitores portugueses que nunca mais o perderam de vista.

Astérix em edições para-BD

Para lá das revistas e álbuns, a popularidade de Astérix em Portugal fez com que ao longo dos anos o pequeno guerreiro gaulês tenha protagonizado diversas edições para-BD como álbuns de homenagem, adaptações dos filmes, livros-jogos, cadernos escolares, postais, agendas, etc



12.5.22

Amadora 2009 - merchandising

Exposição de figuras dos 50 anos de Astérix no FIBDA...

Para aqueles que ainda não se aperceberam ou que andam mais distraídos o Astérix faz este ano 50 anos de existência.

Acontece que no FIBDA (Festival Internacional de Banda Desenhada da Amadora) está em exposição um percurso histórico com merchandise do Astérix.

Ali poderemos ver ao vivo figuras de quase todas as épocas e muitas delas autênticas raridades, que até a mim me deixam de água na boca...

É realmente uma exposição a não perder.

Ficam aqui algumas fotos da exposição, que considero bem conseguida. Recomendo uma passagem pelo festival para verem ao vivo este maravilhoso conjunto de merchandise do do gaulês mais famoso do mundo. Acreditem que vale a pena...

Nuno Mata, My Best Toys, 25/10/2009

50 anos de Astérix – Objectos de Colecção


A Branco de Almeida, 01/11/2009





 



5.5.22

Abrantes 1999

 

Por Toutatis!

O herói alado visto de frente, ou como o seu autor o não viu.

José Abrantes, 1999

https://www.facebook.com/groups/658299310886360/photos/ (06/05/2014)

20.4.22

Construções de Armar - Aldeia de Astérix


A Favorita lançou como oferta a Aldeia de Astérix em grande formato e o iogurte Longa Vida outra aldeia da mesma personagem, só que esta possui 27 folhas A4 para a sua total construção, enquanto para a anterior serão só cinco, embora de maior formato. 

Carlos Gonçalves

[Acho interessante o tema dos ‘Doces, Bolachas, Chocolates e Quadrinhos’.] Em  Portugal  também  se  verificou  ao  longo  dos  anos  que  alguns produtos  alimentares  ofereceram  aos  seus  compradores  edições ligadas à Banda Desenhada e às Construções de Armar. Por exemplo, os chocolates Favorita ofereciam pranchas em cartolina de grande formato,  com  uma  aldeia  do  Asterix,  e  os  iogurtes  Longa  Vida também ofereceram idêntico material, em mais de 20 folhas também em cartolina, mas já em formato A4.  As figuras vinham recortadas, pelo  que  se  tornava  mais  fácil  montar  a  aldeia  pelos  consumidores mais novos. 

O inseticida Banzé oferecia pequenos livros de Banda Desenhada com as aventuras de Tony Banzé (rapaz aventureiro). 

O sabão Azur oferecia livrinhos de pequeno formato, 6,5x10cm, com as aventuras de Lucky Luke e o mesmo acontecia com a Tulicreme (creme  para  barrar  o  pão),  que  ofereceu  pequenos  livros  com  as aventuras de Asterix. As medidas destes ainda eram mais pequenas, 5,5x7,5cm. E podíamos continuar com a Sumol, que oferecia caricas (cápsulas das garrafas), com as caras de alguns heróis da Banda Desenhada franco-belga, que serviam posteriormente para  um  jogo  de  loto.  Existiam  12  cartões  com  as  mesmas  figuras impressas,  para  serem  preenchidas  com  as  caricas  e  que  eram oferecidos pela revista portuguesa Tintin

Carlos Gonçalves / QI - Quadrinhos Independentes

https://docplayer.com.br/159275710-Liquidacao-de-revistas-12.html





imagens

5.4.22

Rei das Berlengas



Produto de uma imaginação transbordante, de um agudo poder satírico, mas de reduzida capacidade, de auto-análise, contensão e esforço de rigor, “O Rei das Berlengas ou a Independência das Ditas” vive num amontoado de situações de um humor absurdo, onde, lado a lado, coabitam D. Afonso Henriques, Asterix e Obelix, num encadeado de referências de uma aparente falta de lógica que, no entanto, não nos pedem uma interpretação pontual, mas global. Ou seja: não interessa tanto ter uma “leitura”, a par e passo, da obra, mas sim ir recolhendo informes e impressões que, no final, nos oferecerão uma visão do mundo, num tom de humor, um estilo de crítica. 


Asterix, Obelix e Ideiafix aparecem no filme "O Rei das Berlengas" de Artur Semedo (1978).

Publicação em destaque

Bartoon

Que o popularíssimo herói de BD Astérix passou das mãos de Uderzo, exímias a desenhar criativamente, para as de Didier Conrad (e se Goscin...