29.1.20

prédio do Asterix

Jantar das velhas glórias do Bairro dos Capuchos, em especial aquele micro-clima que se passava no prédio do Asterix!

| O MELHOR EVENTO DO ANO |

Está a chegar o melhor evento do ano, rapaziada!

Já sabem que dia 5 de Outubro não se marca nada, pois o almoço do Prédio Asterix está em primeiro lugar.

Toda a gente avisar o pessoal que se lembrem. Liguem para os números de telefone, enviem sms, deixem o nome das pessoas que se lembram aqui na nossa página.


https://www.facebook.com/events/1170754719712643/

Criação do grupo a 18 de fevereiro de 2010

Amigas e amigos, dia 5 de Outubro de 2017 vai ser um dia histórico!

Não só porque é feriado nacional, mas também porque, na Quinta do Paúl ( Saloon ), na Ortigosa, Leiria, vai acontecer o primeiro almoço anual das famílias Asterix!

*

Depois do bairro e do seu estabelecimento comercial ter sido invadido por pequenos talibans...a nossa Jacinta Lino ainda nos presenteia com um sorriso de orelha a orelha! Merece uma estátua ao lado daquele jogador de futebol do Marrazes!

Supermercado Astérix - Irmãos Lino, Lda
Bairro dos Capuchos, Leiria

17.1.20

Astérix Salvat


A coleção Astérix reúne os livros desta banda desenhada com uma colectânea de documentos excepcionais, com a história e o contexto de cada aventura da famosa aldeia gaulesa.

Início em janeiro de 2020.

https://pt.salvat.com/coleçoes/asterix/

https://www.facebook.com/AsterixDeluxeSalvat/

As Leituras do Pedro

24.12.19

A peixeirada


https://jornalmedico.pt/cromo/28177-a-peixeirada.html

06/06/2011

Cartoon de Eduardo Esteves

10.12.19

Astérix o Gaulês nos cinemas

recorte de Janeiro 1969

O filme "Astérix, o Gaulês" estreou em Portugal no dia 20 de Dezembro de 1968 precisamente um ano depois da estreia em França.

recorte do dia 20/12/1968



14.11.19

Banda Ideiafix


A banda IDEIAFIX nasceu em Assafora (Sintra) no dia 1 de Dezembro de 1990, tendo começado a actuar em algumas festas locais.

A pouco a pouco a banda começou a expandir a sua área de acção, tendo conseguido solidificar o seu nome em diversos cartazes de festas por todo o país.

https://www.facebook.com/banda.ideiafix

6.11.19

Francisco Vidal

(2002)

Uma das ilustrações roubadas ao caderno de apontamentos de Francisco Vidal inclui várias personagens de BD.

https://pt.scribd.com/document/53333738/Dossie-Bedeteca-2000-2009

Dossiê Bedeteca 2000-2009 / Dossiê anual da Bedeteca da Lisboa que analisa sete áreas da banda desenhada nacional portuguesa: crítica, edição, autores, festivais,

1.11.19

Miguel Salazar


https://miguelsalazar.blogs.sapo.pt/273934.html

Por estes dias, os nossos vizinhos do enclave Marroquino têm mais uma fantasia, sendo esta particularmente curiosa: agora acham que são Romanos. Mas é uma fantasia que tem tanto de curiosa como de recente. E de tão recente que é, ainda não lhes permitiu aperceberem-se de que, naquele tempo, os soldados de Roma eram Legionários e não "Gverreiros", como eles parecem supor. Mas enfim, como a fantasia é deles…

E foi no delírio de mais uma fantasia que eles vieram a Guimarães.

Apesar de os Vimaranenses não apreciarem muito este tipo de palhaçadas, a verdade é que estamos quase no Carnaval e como bons anfitriões que sempre fomos, não poderíamos recusar-lhes essa fantasia tão pueril.

A bem da diplomacia internacional, foi com uma enorme condescendência que entramos nesta fantasia, fazendo a representação de uma aventura de Astérix e Obélix, com Júlio Mendes fantasiado de Abraracourcix (o Chefe da irredutível aldeia gaulesa), Rui Vitória de Panoramix (o Druída), Paulo Oliveira de Cétautomatix (o Ferreiro), Douglas de Obélix e Barrientos de Astérix.

Com o incentivo do Chefe da aldeia, a poção mágica do Druída, o volume de Obélix (que não deixava sequer muito espaço para as bolas poderem entrar), a argúcia de Astérix, a irredutibilidade de Cétautomatix e a abnegação e empenho de todos os restantes gauleses da aldeia, esta espécie de Romanos não teve a mais pequena hipótese, acabando por sucumbir tal como sempre acontecera nestas histórias escritas pelo saudoso René Goscinny.

Foi apenas mais uma aventura igual a tantas outras já vividas por estes irredutíveis gauleses, com os Romanos a serem derrotados e humilhados, vítimas da sua própria arrogância. Bem, igual igual, não foi, porque se tivesse sido, não poderia ficar para José Peseiro a interpretação do papel do bardo Assurancetourix, durante o banquete final. O que foi rigorosamente igual, foi o facto de ninguém querer mesmo ouvir aquilo que ele tinha para dizer. Tal como acontecia com o bardo, melhor teria feito José Peseiro, se tivesse ficado calado.

Menos bem terá corrido o regresso das hordas ao seu acampamento em terras do enclave. Eu deveria dizer "Legiões", é verdade, mas para isso era preciso que eles quisessem ser "Legionários". Como afirmam ser "Gverreiros"...

A aventura destes Marroquinos armados em Romanos, teve as suas particularidades, mas suponho que é mesmo assim.

Afinal, cada um manda na sua fantasia, não é verdade ?...

José Rialto, 19 de Janeiro de 2013

Também não percebo o porquê de se chamar aos Bracarenses de Marroquinos. E se fores ver ao dicionário, guerreiros, são homens da guerra, logo soldados.

Não tentes gozar com o facto de os bracerences usarem isso, não vale a pena, é uma grande história dos Romanos em Braga e eles devem ter todo o orgulho em usar isso para os defenir....

Anon a 21 de Janeiro de 2013 às 00:57

Estamos de acordo sobre o direito que assiste aos bracarenses de usarem o seu passado romano para desencantarem novas tradições.

Agora, esse direito não pode é colidir com o meu de poder brincar com o facto.

E se por acaso tiver o cuidado de reparar, eu brinco com as situações, satirizo-as, mas sem nunca ser ofensivo.

Quanto ao primeiro parágrafo do seu comentário, por muitas voltas que dê, meu caro, nunca os Romanos chamaram Guerreiros aos seus Legionários. Não que não o fossem, mas não se chamavam assim, percebe?.

Guerreiros, no sentido de homens da guerra, também o são os nossos Comandos, Fuzileiros ou Rangers, os Marines americanos ou os Gurkhas ingleses.

A diferença está em que nunca nenhum deles ficou conhecido por "Guerreiro".

Tal como acontecia com os Legionários Romanos.

Os de Roma, claro, porque em relação aos de Braga... tudo é possível...

Miguel Salazar a 21 de Janeiro de 2013 às 23:55

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