Jornal Inevitável, Janeiro de 2023
A propósito deste último – em crescendo entre nós – fica a informação de que as edições ASA, a propósito dos 50 Anos de Astérix disponibiliza uma série de artigos evocativos da efeméride, que poderão ser conseguidos nos seguintes moldes:
FNAC
- na reserva do novo álbum on-line: Placa Astérix ou Obélix
- na reserva do novo álbum em loja: Agenda Astérix
- na compra de dois álbuns: Caderneta de postais (existem duas)
Sonae
- na compra de dois álbuns: um íman (existem quatro diferentes)
Bertrand
- na compra de dois álbuns: um tapete de rato Astérix ou Obélix
El Corte Inglés
- na compra de dois álbuns: poster com imagem comemorativa
Resta perguntar se as lojas especializadas – pelo menos as que comercializam álbuns nacionais e eu sei que não são muitas – não mereciam entrar na campanha…
As Leituras do Pedro: Astérix 50 anos - Brindes (outrasleiturasdopedro.blogspot.com) 2009
Os 50 Anos do Astérix
Uma conferência de imprensa em Paris com Uderzo, uma grande exposição dedicada a Astérix, uma grande Festa de Aniversário em Lisboa e o lançamento de um álbum de inéditos serão os pratos fortes das comemorações do meio século de vida do irredutível gaulês. Nas lojas portuguesas , serão muitas as surpresas e brindes para os fãs.
ASA COMEMORA OS 50 ANOS DE ASTÉRIX COM GRANDE FESTA E LANÇAMENTO DE LIVRO DE INÉDITOS
Alinhada com as suas congéneres internacionais, a Edições ASA está a preparar diversas iniciativas para assinalar os 50 anos das Aventuras de Astérix, personagem de banda desenhada que se estreou em Portugal em 1961, dois anos após a sua primeira publicação em França, o seu país de origem.
O primeiro momento teve lugar em Paris, no dia 8 de Outubro, com uma conferência de imprensa de Albert Uderzo, desenhador e criador, em conjunto com René Gosciny, do personagem Astérix. A Uderzo juntou-se, na ocasião, Anne Gosciny, a filha do já desaparecido co-autor das aventuras do pequeno gaulês.
Alguns dias depois, a 22 de Outubro, chega o momento mais esperado por milhões de fãs em todo o mundo com o lançamento, em 18 países em simultâneo, incluindo Portugal, do novo álbum com pranchas e textos inéditos assinados pelos dois criadores. O título e a capa deste que será o primeiro álbum em quatro anos estão ainda envoltos em secretismo (sendo expectável que os mesmos sejam revelados a 8 de Outubro, em Paris).
Para os fãs portugueses, dois grandes momentos estão já agendados: a chegada do livro dos 50 anos, assinalada às 00h da noite de 21 para 22 de Outubro na loja Fnac do Centro Comercial Colombo, em Lisboa, onde se espera que os fãs mais devotos se desloquem para dar as boas vindas à mais recente edição; e a festa dos 50 anos de Astérix, que terá lugar na Embaixada de França, em Lisboa, a 29 de Outubro, ao mais alto nível, como aliás o mais famoso herói da Gália merece!
Um dia antes inaugura em Paris uma grande exposição intitulada “Astérix au Musée de Cluny”. Patente ao público de 28 de Outubro a 3 Janeiro, este será um acontecimento que os organizadores descrevem como “inédito” e que promoverá o “encontro entre dois monumentos nacionais”: Astérix e o Museu Nacional da Idade Média, um dos mais emblemáticos Museus franceses.
Ali serão apresentados “pela primeira vez, e em exclusivo” cerca de três dezenas de pranchas originais, textos dactilografados, desenhos e objectos que celebram o talento de Uderzo e o génio de Goscinny.
Muitas prendas para os fãs
Enquanto se aguardam os vários eventos, a ASA deu já início a outras iniciativas em livrarias de Norte a Sul do país onde peças exclusivas como postais, agendas, ímanes, tapetes de rato e outros brindes serão oferecidas a quem comprar livros das aventuras de Astérix durante este período de comemoração dos seus 50 anos. Em breve será também divulgado um concurso de desenho associado a esta efeméride que envolverá alunos e professores de escolas de todo o país.
Entre os prémios contam-se, nada mais, nada menos, que viagens duplas ao Parque Astérix, em Paris. Para as iniciativas de comemoração do meio século do Astérix, a ASA contará com parcerias com a Eurest, a Abreu Viagens, o Parc Astérix e a Companhia aérea Aigle Azur.
Uma das páginas da Tertúlia BDZine nº 29 (Janeiro 2000) inclui várias personagens de bd incluindo Astérix. O autor é Mota.
https://www.rtp.pt/noticias/galeria/pais/cidades-de-papel-separatas-e-construcoes-de-armar_1239372
https://www.rtp.pt/noticias/galeria/pais/cidades-de-papel-separatas-e-construcoes-de-armar_1239372
Evocação feita aos heróis de BD, Astérix e Obélix que marcaram presença, junto de outros heróis, no dia da inauguração do FIBDA 200
http://www.fanzine.interdinamica.pt/artes/fan/x28yv212w.htm
A exposição “Cartoons do ano 2006” sob o olhar de António, Cid e Maia, revê alguns dos acontecimentos mais marcantes do ano passado, transportando o visitante para o mundo do humor crítico, jocoso, incisivo, arguto e mordaz.Patente ao público no Celeiro da Patriarcal, em Vila Franca de Xira, a mostra inclui os trabalhos de três dos mais conceituados cartoonistas portugueses, que regularmente publicam os seus desenhos na imprensa escrita nacional. António, natural de Vila Franca de Xira, é um dos melhores cartoonistas nacionais. Um nome que se encontra indelevelmente associado ao semanário Expresso. “O contrário também é verdade. O facto de colaborar no jornal desde finais de 1974, habituou o público com a minha lógica criativa. Existe por isso uma relação muito forte entre o Expresso, os seus leitores e eu”, salientou o cartoonista a O MIRANTE.
“Sonho de uma noite de Verão”, cartoon de António, faz referência ao jogo da meia-final do mundial de futebol entre Portugal e França. Tendo como pano de fundo, jogadores gauleses vestidos com armaduras do tempo dos romanos, o destaque esbarra em Felipe Scolari, que transporta uma gigante bola às costas, com Luís Figo a seu lado, num cartoon a fazer lembrar as aventuras de Astérix e Obélix.
https://omirante.pt/semanario/2007-02-28/cultura-e-lazer/2007-02-28-cartoonxira-garante-momentos-de-bom-humor-em-vila-franca-de-xira-ate-final-de-marco
Essa poção mirífica que nos tornará invencíveis chama-se inovação. Que bom seria podermos recorrer aos serviços do druida Panoramix, o único economista que conhece a fórmula mágica!
É a buzzword mais repetida em todos os quadrantes da actividade económica e empresarial. A irredutível aldeia portuguesa vê nela o elixir mágico capaz de injectar no tecido produtivo nacional uma força comparável à dos nossos poderosos adversários. Empresários, políticos e académicos multiplicam-se em declarações de fervor a seu respeito, avançando receitas e metodologias várias. Nela concentrámos todas as nossas esperanças, esgotado que está o arsenal competitivo convencional. Essa poção mirífica que nos tornará invencíveis chama-se inovação. Que bom seria podermos recorrer aos serviços do druida Panoramix, o único economista que conhece a fórmula mágica!
Como bem se lembrarão os leitores de Asterix, os ingredientes da poção eram produtos naturais, à vista e à disposição de todos, que o feiticeiro gaulês recolhia tranquilamente na floresta. Havia, é certo, umas ervas especiais cuja localização exacta Panoramix não revelava (sempre desconfiei, aliás, que esse pequeno toque de mistério não era mais do que um golpe de marketing do druida), mas todos os ingredientes eram de acesso público. O segredo, se é que o havia (não seria a mistela um simples placebo?), estava na selecção, dosagem e manuseamento dos componentes. O mesmo acontece com a poção da inovação.
Não restam dúvidas que o mundo de hoje exige comportamentos velozes e inovadores por parte das empresas, mas inovar comporta riscos não negligenciáveis, a que muitos fogem por aversão natural ou por desânimo. Toda a inovação implica uma descontinuidade na cadeia operacional e isso provoca custos de adaptação, mesmo que no final do exercício se obtenham ganhos de produtividade ou de mercado. A inovação nos processos permite aumentar a eficiência industrial, mas não é gratuita - exige tecnologia, expertise, formação e tempo. A inovação nos produtos permite expandir as vendas, mas também custa dinheiro - em marketing research, engenharia, publicidade e tempo. E, sobretudo, é de resultado incerto. Por isso, as duas principais substâncias do elixir da inovação são a qualidade da gestão e a cultura de risco. Mais do que em todos os restantes, é nestes dois ingredientes intangíveis que a receita de sucesso tem o seu princípio activo. A investigação, a tecnologia, a organização em rede, os estímulos públicos, todos integram a fórmula final, mas enquanto elementos bio-assimiladores. Os corantes e odorantes, esses são ao gosto de cada um.
Enquanto não surge a Panoramix Consulting Services, por toda a parte se experimentam fórmulas. Os ingredientes activos e os bio-assimiladores são comuns, mas as dosagens e os processos de amalgamação são bem diferentes. O último barómetro da inovação no mundo empresarial, o Innobarometer, encomendado pela Comissão Europeia à EOS Gallup Europe, dá conta do estado da arte nos 25 países da União com base num extenso inquérito realizado junto de gestores de pequenas e médias empresas (100 em Portugal) e revela alguns factos curiosos. Destaco dois. O primeiro é o bom posicionamento relativo das PME portuguesas quanto à dinâmica de lançamento de novos produtos e à presença em mercados internacionais. Seria interessante monitorar o ciclo de vida e a rendibilidade dessas inovações, mas não deixa de ser apreciável que cem gestores nacionais tenham revelado uma percepção tão positiva. O segundo é o facto surpreendente de Portugal estar acompanhado da Dinamarca e da Suécia no ranking das práticas de investigação - interna, subcontratada ou em rede - entre as PME. Isso mesmo. Ocupamos os três últimos lugares da Europa dos quinze. Dos novos membros, só ficamos com a companhia da República Checa e da Lituânia, sendo ultrapassados pelos restantes. Ele há barómetros?
Luis Nazaré, Jornal de Negócios,17/02/2005
Que o popularíssimo herói de BD Astérix passou das mãos de Uderzo, exímias a desenhar criativamente, para as de Didier Conrad (e se Goscin...