Evocação feita aos heróis de BD, Astérix e Obélix que marcaram presença, junto de outros heróis, no dia da inauguração do FIBDA 200
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http://www.fanzine.interdinamica.pt/artes/fan/x28yv212w.htm
Evocação feita aos heróis de BD, Astérix e Obélix que marcaram presença, junto de outros heróis, no dia da inauguração do FIBDA 200
http://www.fanzine.interdinamica.pt/artes/fan/x28yv212w.htm
A exposição “Cartoons do ano 2006” sob o olhar de António, Cid e Maia, revê alguns dos acontecimentos mais marcantes do ano passado, transportando o visitante para o mundo do humor crítico, jocoso, incisivo, arguto e mordaz.Patente ao público no Celeiro da Patriarcal, em Vila Franca de Xira, a mostra inclui os trabalhos de três dos mais conceituados cartoonistas portugueses, que regularmente publicam os seus desenhos na imprensa escrita nacional. António, natural de Vila Franca de Xira, é um dos melhores cartoonistas nacionais. Um nome que se encontra indelevelmente associado ao semanário Expresso. “O contrário também é verdade. O facto de colaborar no jornal desde finais de 1974, habituou o público com a minha lógica criativa. Existe por isso uma relação muito forte entre o Expresso, os seus leitores e eu”, salientou o cartoonista a O MIRANTE.
“Sonho de uma noite de Verão”, cartoon de António, faz referência ao jogo da meia-final do mundial de futebol entre Portugal e França. Tendo como pano de fundo, jogadores gauleses vestidos com armaduras do tempo dos romanos, o destaque esbarra em Felipe Scolari, que transporta uma gigante bola às costas, com Luís Figo a seu lado, num cartoon a fazer lembrar as aventuras de Astérix e Obélix.
https://omirante.pt/semanario/2007-02-28/cultura-e-lazer/2007-02-28-cartoonxira-garante-momentos-de-bom-humor-em-vila-franca-de-xira-ate-final-de-marco
Essa poção mirífica que nos tornará invencíveis chama-se inovação. Que bom seria podermos recorrer aos serviços do druida Panoramix, o único economista que conhece a fórmula mágica!
É a buzzword mais repetida em todos os quadrantes da actividade económica e empresarial. A irredutível aldeia portuguesa vê nela o elixir mágico capaz de injectar no tecido produtivo nacional uma força comparável à dos nossos poderosos adversários. Empresários, políticos e académicos multiplicam-se em declarações de fervor a seu respeito, avançando receitas e metodologias várias. Nela concentrámos todas as nossas esperanças, esgotado que está o arsenal competitivo convencional. Essa poção mirífica que nos tornará invencíveis chama-se inovação. Que bom seria podermos recorrer aos serviços do druida Panoramix, o único economista que conhece a fórmula mágica!
Como bem se lembrarão os leitores de Asterix, os ingredientes da poção eram produtos naturais, à vista e à disposição de todos, que o feiticeiro gaulês recolhia tranquilamente na floresta. Havia, é certo, umas ervas especiais cuja localização exacta Panoramix não revelava (sempre desconfiei, aliás, que esse pequeno toque de mistério não era mais do que um golpe de marketing do druida), mas todos os ingredientes eram de acesso público. O segredo, se é que o havia (não seria a mistela um simples placebo?), estava na selecção, dosagem e manuseamento dos componentes. O mesmo acontece com a poção da inovação.
Não restam dúvidas que o mundo de hoje exige comportamentos velozes e inovadores por parte das empresas, mas inovar comporta riscos não negligenciáveis, a que muitos fogem por aversão natural ou por desânimo. Toda a inovação implica uma descontinuidade na cadeia operacional e isso provoca custos de adaptação, mesmo que no final do exercício se obtenham ganhos de produtividade ou de mercado. A inovação nos processos permite aumentar a eficiência industrial, mas não é gratuita - exige tecnologia, expertise, formação e tempo. A inovação nos produtos permite expandir as vendas, mas também custa dinheiro - em marketing research, engenharia, publicidade e tempo. E, sobretudo, é de resultado incerto. Por isso, as duas principais substâncias do elixir da inovação são a qualidade da gestão e a cultura de risco. Mais do que em todos os restantes, é nestes dois ingredientes intangíveis que a receita de sucesso tem o seu princípio activo. A investigação, a tecnologia, a organização em rede, os estímulos públicos, todos integram a fórmula final, mas enquanto elementos bio-assimiladores. Os corantes e odorantes, esses são ao gosto de cada um.
Enquanto não surge a Panoramix Consulting Services, por toda a parte se experimentam fórmulas. Os ingredientes activos e os bio-assimiladores são comuns, mas as dosagens e os processos de amalgamação são bem diferentes. O último barómetro da inovação no mundo empresarial, o Innobarometer, encomendado pela Comissão Europeia à EOS Gallup Europe, dá conta do estado da arte nos 25 países da União com base num extenso inquérito realizado junto de gestores de pequenas e médias empresas (100 em Portugal) e revela alguns factos curiosos. Destaco dois. O primeiro é o bom posicionamento relativo das PME portuguesas quanto à dinâmica de lançamento de novos produtos e à presença em mercados internacionais. Seria interessante monitorar o ciclo de vida e a rendibilidade dessas inovações, mas não deixa de ser apreciável que cem gestores nacionais tenham revelado uma percepção tão positiva. O segundo é o facto surpreendente de Portugal estar acompanhado da Dinamarca e da Suécia no ranking das práticas de investigação - interna, subcontratada ou em rede - entre as PME. Isso mesmo. Ocupamos os três últimos lugares da Europa dos quinze. Dos novos membros, só ficamos com a companhia da República Checa e da Lituânia, sendo ultrapassados pelos restantes. Ele há barómetros?
Luis Nazaré, Jornal de Negócios,17/02/2005
No entanto na edição de dia 16/09/2022 foi publicada uma capa com desenho de Óscar Rocha e que recorreu a Astérix e aos seus amigos para retratar algumas desventuras do partido Chega.
https://largodoscorreios.wordpress.com/2022/09/22/chega-de-aventuras
A Cifranca, Lda era a dona da cadeia de lojas FunFarrow, onde comercializavam artigos de vestuário destinados ao público infanto-juvenil das marcas Astérix®, Billabong®, Quick Silver®, entre outras.
O inglês Michael Cooke visitou umas das lojas no Porto e adquiriu vários produtos e material de promoção.
O "Foguetão" era mais um título da E.N.P., que já editava o "Cavaleiro Andante", e tentava ocupar um outro nicho de mercado, mais vasto, com uma publicação que era o dobro do tamanho e custava então 2$50 escudos - francamente caro, para a época.
Apostava-se em séries inglesas de reconhecido sucesso, como Sexton Blake e Dan Dare (vindo da Eagle), mas essencialmente em valores seguros da escola franco-belga, como Jean Valhardi (Spirou), Blake e Mortimer e Tintin (ambos da revista Tintin).
A grande novidade era, porém, o material comprado ao francês Pilote, como os célebres Pilotorama, da última página, Michel Tanguy e Astérix.
Adolfo Simões Muller, director do efémero semanário - só durou 13 números - ainda não sabia, mas acabava de apadrinhar mais um campeão de popularidade, ele que já lançara em Portugal títulos como Tintin, Lucky Luke e Blake e Mortimer.
Com o fim do "Foguetão" as histórias ficaram incompletas e terminariam todas no Cavaleiro Andante.
Astérix voltaria às páginas da imprensa portuguesa a 13 de Maio de 1963, no "Zorro", com a segunda aventura dos gauleses, "A Foice de Ouro".
Depois, seria necessário esperar até 1 de Junho de 1968, para o "Tintin" apresentar "Astérix e Cleópatra", sucedendo-se então os títulos, quase sem interrupções.
A primeira edição portuguesa em álbum é de 1967, da Ibis, passando o título para o espólio da Bertrand por muitos anos. Em 1988 a Verbo ficou com os direitos da série, editando "O Grande Fosso" e mais três álbuns.
Com "A Rosa e o Gládio", em 1991, Astérix passa a ser a "coroa de glória" do catálogo da Meribérica. A perda dos direitos para a ASA, há quatro anos, acelerou a falência daquela editora de BD.
Em Outubro de 2005 a ASA apresentava o 33º título da série, "O Céu Cai-lhe em Cima da Cabeça" e iniciava a republicação dos títulos anteriores, renomeando muitas das mais de cem personagens criadas por Uderzo e Goscinny.
Astérix, Obélix, Ideiafix e Panoramix mantiveram os nomes por que já eram conhecidos em Portugal, mas grande parte da aldeia gaulesa mudou mesmo de nome, adaptando o "jogo de palavras" francês para o português.
O chefe Abraracourcix (a corta-mato) é agora Matasetix e o velho Agecanonix (idade canónica) responde por Decanonix. E nem os acantonamentos romanos escaparam a esta "nova ordem": Aquarium e Laudanum continuam, Babaorum mudou para um literal Babácomrum, mas Petibonum deu lugar a um nada parecido Factotum.
Lusa/DN, 28/10/2009
* revistas - Foguetão, Cavaleiro Andante, Zorro, Tintin, Flecha 2000, BDN
* livros - Ibis, Bertrand, Verbo, Meribérica, ASA
http://www.bdportugal.info/Comics/Hero/_Asterix.html
http://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/OBRAS/Foguetao/Foguetao.htm
Astérix entre os portugueses
Há 50 anos, Astérix era publicado pela primeira vez em Portugal – e pela primeira vez fora do mercado francófono – na revista "Foguetão". Essa estreia dava-se ano e meio após o seu nascimento na “Pilote”, a 29 de Outubro de 1959, e era o início de uma sólida relação entre o pequeno guerreiro gaulês e os leitores portugueses que nunca mais o perderam de vista.
O 22º Amadora BD apresenta uma exposição documental - Astérix entre os portugueses.
Amadora BD, 24/10/2011
Estamos no ano 2000 d.C. Todo o país está ocupado pelas guarnições legionárias de Euromanos... todo ? Não ! Zé Povix (o herói da nossa história) vive numa pacata aldeia povoada por irredutíveis portugaleses, que vão ser convidados a transformá-la em prol do progresso civilizacional.
A aldeia divide-se em assembleias (Fóruns) de opinião e decidem manter os seus costumes e tradições. O país global prepara então a primeira invasão diplomática.
Entretanto Zé Povix, acompanhado pelos inseparáveis Nobelix (carregador de livros e apreciador de um bom cozido à Portugalês) e por Chefe Silvix (fazedor da receita mágica que dá forças sobrenaturais) e por Abrunhosix (o músico com voz encantatória), preparam-se para travar duras batalhas na defesa do seu último reduto.
ficha técnica
encenação Pedro Carvalho guião dramatúrgico Pedro Carvalho, Alfredo Teixeira e José Leitão assistente de encenação Tó Maia interpretação Amílcar Mendes, Hugo Sousa, José Maria Abreu, Valdemar Santos, Júlio Ribeiro e Romeu Pereira participação especial elementos do curso "Oficina de Teatro da Maia" cenografia Alfredo Teixeira música original e sonoplastia Carlos Adolfo coreografia Ana Figueira animação coreográfica Divina d.j. Nuno Nobre desenho de luz Wilma Moutinho figurinos Fátima Maio pirotecnia Jorge Duarte vídeo Luís Miguel (Associação de Artes Cinematográficas de Valongo) execução cenográfica Sabino Pires equipa técnica Bruno Cardoso, César Fortes, João Branco, José Lopes produção Susana Lamarão
https://www.teatroartimagem.org/newpagefcf65ef6
Teatro Art'Imagem e Oficina de Teatro da Maia
data e local de produção:
Estreado a 13 de Outubro de 2000 no exterior do Fórum da Maia.
Espectáculo de abertura do 6º Festival Internacional de Teatro Cómico da Maia
Que o popularíssimo herói de BD Astérix passou das mãos de Uderzo, exímias a desenhar criativamente, para as de Didier Conrad (e se Goscin...